6 de Janeiro de 2012

Já me tinha esquecido como é Allende

«Mergulhei o nariz na sua cabeleira tesa e as minhas lágrimas cairam-lhe em cima como pedrinhas minúsculas.
- Passa-se alguma coisa? - perguntou-me, admirado.
- Passa-se que gosto de ti - confessei-lhe.»

Isabel Allende in  O Caderno de Maya

Há mais de 5 anos que não lia Isabel Allende. Na altura tinha outra maturidade (menos madura, posso dizer) e agora a escrita dela faz-me mais sentido. Assim por ser simples mas directa, forte, verdadeira. De alguma forma tão pura e emocional. Passagens como a que acabei de citar fazem-me prever já que O Caderno de Maya vá ser um dos melhores romances que tenho lido nos últimos tempos. Depois digo de minha justiça! :)

4 comentários:

Pipita de Chocolate disse...

Olá Zaahirah! Finalmente dignei-me a vir aqui agradecer o postal! Mil desculpas pelo atraso!

Gostei muito da surpresa, que esteve, até hoje, a embelezar a minha lareira :)

Beijinhos

Mariana disse...

Nunca li nenhum livro dela, mas esse excerto que aqui puseste parece-me muito bem:)

Zaahirah disse...

Pipita:

Olá!! Já pensava que o postal se tinha perdido no correio! Ainda bem que gostaste! :D

Mariana:

a escrita dela é mesmo divinal! :)

M. disse...

Adoro a escrita de Isabel Allende...