- Passa-se alguma coisa? - perguntou-me, admirado.
- Passa-se que gosto de ti - confessei-lhe.»
Isabel Allende in O Caderno de Maya
Há mais de 5 anos que não lia Isabel Allende. Na altura tinha outra maturidade (menos madura, posso dizer) e agora a escrita dela faz-me mais sentido. Assim por ser simples mas directa, forte, verdadeira. De alguma forma tão pura e emocional. Passagens como a que acabei de citar fazem-me prever já que O Caderno de Maya vá ser um dos melhores romances que tenho lido nos últimos tempos. Depois digo de minha justiça! :)
4 comentários:
Olá Zaahirah! Finalmente dignei-me a vir aqui agradecer o postal! Mil desculpas pelo atraso!
Gostei muito da surpresa, que esteve, até hoje, a embelezar a minha lareira :)
Beijinhos
Nunca li nenhum livro dela, mas esse excerto que aqui puseste parece-me muito bem:)
Pipita:
Olá!! Já pensava que o postal se tinha perdido no correio! Ainda bem que gostaste! :D
Mariana:
a escrita dela é mesmo divinal! :)
Adoro a escrita de Isabel Allende...
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